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Wagner Lourenço  Avatar
Wagner Lourenço
20.08.26

O pedido de aniversário do meu filho virou a maior viagem da nossa vida a bordo do Territory

Quando comprei o meu Ford Territory, no final de dezembro de 2024, eu tinha uma certeza: aquele carro merecia estrear em uma grande viagem. O que eu não imaginava era que, apenas quatro dias depois de sair da concessionária, ele nos levaria para uma aventura de mais de 5.200 quilômetros, cruzando fronteiras e criando uma das melhores lembranças da nossa família.

A ideia inicial era simples: eu, minha esposa Fabiana e nossos filhos, Benício e Lorena, sairíamos de São Paulo de carro para passar o Ano-Novo em Foz do Iguaçu. Já seria um trajeto de cerca de 1.000 quilômetros, planejado para aproveitar as férias e voltar para casa.

Quando comprei o meu Ford Territory, no final de dezembro de 2024, eu tinha uma certeza: aquele carro merecia estrear em uma grande viagem

No dia 26 de dezembro, aniversário do Benício, pegamos a estrada rumo a Foz do Iguaçu. Faltando cerca de 100 quilômetros para chegar, ele viu uma placa indicando Buenos Aires a 1.400 quilômetros e fez um pedido que parecia completamente improvável:

Pai, vamos para Buenos Aires?

O Benício já conhecia a cidade e tinha se encantado por ela na primeira vez em que fomos. Para ele, voltar seria um grande presente de aniversário.

Minha primeira reação foi rir. Depois de quase 14 horas de estrada, atravessar a fronteira para mais um país parecia loucura. Chegamos, descansamos uma noite, conversamos bastante e, no dia seguinte, olhamos um para o outro e pensamos: por que não?

Foi aí que a aventura começou de verdade.

Entre o Natal e o Ano-Novo, corremos atrás de toda a documentação e dos equipamentos obrigatórios para dirigir na Argentina. Pesquisei tudo o que precisava, compramos os itens exigidos e organizamos cada detalhe. No dia 2 de janeiro, às 5h da manhã, entramos no Territory e seguimos rumo à Argentina.

Não tínhamos reservas de hotel pelo caminho nem um roteiro detalhado. A única certeza era de que queríamos viver aquela experiência. Fabiana e eu nos revezávamos na direção enquanto as crianças iam animadas no banco de trás, sempre respondendo a mesma coisa quando perguntávamos se era melhor parar ou continuar: "Vambora!"

Depois de quase um dia inteiro na estrada, chegamos a Buenos Aires por volta das 22h. O Benício queria muito ver o Obelisco, mas não estava conseguindo enxergar direito pela janela. Na hora, pediu para abrir o teto solar para ter uma visão melhor e ficou radiante quando finalmente conseguiu — até gravou um vídeo para registrar o momento. Encontramos um apartamento para ficar e aproveitamos dias incríveis na cidade.

E se houve algo que fez toda a diferença nessa viagem, foi o Territory. Dificilmente teríamos encarado uma aventura dessas se não estivéssemos tão confortáveis e seguros com o carro. Foram muitas horas na estrada e, mesmo assim, a viagem foi muito mais tranquila do que eu imaginava. O banco traseiro parecia uma verdadeira sala de estar para as crianças, de tão espaçoso. Além disso, recursos como o piloto automático adaptativo, o assistente de permanência em faixa e a frenagem autônoma de emergência ajudaram a tornar a condução ainda mais segura e relaxante, principalmente nos trechos mais longos.

Também fez diferença poder viajar sem a preocupação com o limite de bagagem. Levamos uma mala grande e três pequenas e, na volta, ainda trouxemos várias garrafas de vinho argentino, além de chocolates para as crianças. Mesmo carregado, tudo coube perfeitamente no porta-malas.

O mais impressionante é que estávamos fazendo tudo isso com um carro praticamente novo. Tínhamos acabado de retirá-lo da concessionária e, quatro dias depois, já estávamos cruzando a fronteira. Durante toda a viagem, não tivemos nenhum problema. Depois de tantos quilômetros, parecia que o Territory já fazia parte da nossa rotina há muito mais tempo.

Na volta, minhas férias já tinham acabado. Por isso, adaptamos o roteiro: viajávamos das 4h às 10h da manhã, eu fazia minhas reuniões de trabalho e depois seguíamos viagem, aproveitando para conhecer cidades como Porto Alegre, Blumenau e Curitiba antes de finalmente voltarmos para São Paulo.

Quando chegamos a casa, percebemos que tínhamos rodado mais de 5.200 quilômetros nos primeiros 20 dias com o carro.

Aquela primeira viagem foi só o começo. Desde então, o Territory passou a fazer parte da nossa rotina. Viajamos bastante com ele: para a praia, para o interior e até para visitar meu pai, que mora em Mato Grosso do Sul. Já são quase 40 mil quilômetros rodados e muitas histórias vividas dentro desse carro. Mas nenhuma delas vai superar aquela primeira.

Tudo começou com um menino de 11 anos, uma placa na estrada e um pedido de aniversário. Poderíamos ter dito "não". Em vez disso, respondemos "vamos".

Foi a melhor resposta que poderíamos ter dado. A viagem que era para terminar em Foz do Iguaçu acabou virando uma aventura inesquecível. Até hoje, quando nos reunimos, essa história volta à mesa. E tenho certeza de que vai continuar sendo contada por muitos anos.

Wagner Lourenço é diretor comercial e proprietário de um Ford Territory

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